O estado de coisas inconstitucional e os reflexos da pandemia do Coronavírus no sistema prisional

Autores

  • Idayette Santos Amaral
  • Gustavo Henrique de Almeida
  • Rosilene da Conceição Queiroz

Palavras-chave:

pandemia, coronavírus, sistema prisional, superlotação, estado de coisas inconstitucional, direito à saúde

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo examinar o Estado de Coisas Inconstitucional e os reflexos da pandemia do COVID-19 no sistema prisional brasileiro, haja vista a vulnerabilidade da população carcerária, decorrente da superlotação, violação aos direitos fundamentais e omissão do Poder Público. Por isso, averiguam-se as consequências da proliferação do coronavírus entre os presos e quais atitudes o governo vem adotando para diminuir os impactos da pandemia nos estabelecimentos prisionais. Para analisar estes reflexos aplicar-se-á o Método Hipotético-Dedutivo, que discute os argumentos pesquisados, a fim de submetê-los a testes, para comprovar sua veracidade. Desta forma, fica evidente que foram adotadas medidas de prevenção pelo Poder Público, na figura do Poder Executivo e Judiciário. Todavia, o direito social à saúde continua sendo violado e o risco de exposição ao novo vírus é cada vez mais recorrente, já que os problemas sanitários, constantes no sistema prisional, permaneceram inalterados. Assim, cediço é que o Governo continua falhando em sua responsabilidade de assegurar os direitos fundamentais e a dignidade da pessoa humana.

Downloads

Publicado

05.07.2021

Como Citar

Santos Amaral, I. ., Henrique de Almeida, G. ., & da Conceição Queiroz, R. . (2021). O estado de coisas inconstitucional e os reflexos da pandemia do Coronavírus no sistema prisional. LIBERTAS: Revista De Ciênciais Sociais Aplicadas, 11(1). Recuperado de https://periodicos.famig.edu.br/index.php/libertas/article/view/841

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)

1 2 > >>