Displasia ectodérmica hidrótica e hipoidrótica

Manifestações clínicas etiologia e terapias multidisciplinares

Autores

  • Jhenifer Marina Gonçalves Costa
  • Luiz Felipe Silva Novy Professor e orientador FAMIG
  • Adriana Maria Vieira Silveira Revisora FAMIG
  • Alessandra Rosa de Sá Revisor FAMIG
  • Lucas Sculdeler Furtado de Oliveira Revisor FAMIG

Palavras-chave:

displasia ectodérmica, displasia anidrótica, displasia hipoidrótica, displasia hidrótica, diagnóstico clínico

Resumo

A displasia ectodérmica hidrótica e hipoidrótica é uma condição genética complexa que afeta o desenvolvimento de estruturas originadas do ectoderma, como pele, cabelos, unhas e dentes. Essa condição pode se apresentar de várias formas e com diferentes graus de intensidade. Além das alterações físicas, os indivíduos com displasia ectodérmica hidrótica e hipoidrótica costumam enfrentar desafios emocionais e sociais devido às modificações em sua aparência, o que pode afetar seu bem-estar. O objetivo deste artigo é apresentar a displasia ectodérmica hidrótica e hipoidrótica, abordando suas terapias e sinais clínicos com o intuito de fornecer ao cirurgião-dentista informações essenciais para um diagnóstico preciso e eficaz. Serão analisados os principais sinais e sintomas clínicos associados à doença, juntamente com as abordagens terapêuticas recomendadas, considerando eficácia, segurança e prognóstico. Foi feita uma revisão de literatura consultando fontes acadêmicas no Google Acadêmico, Scielo e PubMed, com publicações desde 2000 em português, inglês e espanhol. Utilizaram-se palavras chave específicas para selecionar materiais relevantes, como artigos revisados por pares e livros. As displasias ectodérmicas, compromete aspectos importantes da saúde e da qualidade de vida dos pacientes. O diagnóstico precoce e a abordagem multidisciplinar são essenciais para o manejo adequado da condição. No entanto, ainda são necessários mais estudos para aprofundar o conhecimento sobre as causas genéticas, melhorar as opções terapêuticas e promover um acompanhamento mais eficaz e individualizado.

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Publicado

05.09.2025

Edição

Seção

Artigos