Análise da lei 9.307/96 quanto a sua natureza jurídica e o que mudou na arbitragem após o advento do Novo Código de Processo Civil/2015

Autores

  • Sofia Heringer da Silva Matos
  • Samantha Caroline Ferreira Moreira

Palavras-chave:

Arbitragem, natureza jurídica, direito civil constitucional, Lei n.º9.307/1996, Novo Código de Processo Civil

Resumo

O presente artigo tem por objetivo analisar a influência trazida pelo Novo Código de Processo Civil na Lei nº 9.307/1996, Lei de Arbitragem, a ponto de definir sua natureza jurídica ou não. Analisar as modificações e/ou colaborações trazidas pelo referido Código.Num primeiro momento delimitaremos a arbitragem com instituto jurídico sob a égide de princípios contratuais de direito civil constitucional. Verificaremos estes princípios, bem como seus efeitos na arbitragem, determinantes para definir sua natureza jurídica. Haverá uma comparação entre a Lei de Arbitragem e Novo Código de Processo Civil buscando resolver se há realmente uma natureza jurídica jurisdicional, híbrida ou contratual. Desenvolveremos as noções doutrinárias das Teorias envolvidas na matéria arbitral. Teoria Contratual, Teoria Jurisdicional e Teoria Híbrida. Qual destas Teorias realmente definem a arbitragem à luz do Novo Código de Processo Civil?

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Publicado

13.12.2016

Como Citar

Heringer da Silva Matos, S., & Caroline Ferreira Moreira, S. (2016). Análise da lei 9.307/96 quanto a sua natureza jurídica e o que mudou na arbitragem após o advento do Novo Código de Processo Civil/2015. LIBERTAS: Revista De Ciênciais Sociais Aplicadas, 6(2). Recuperado de https://periodicos.famig.edu.br/index.php/libertas/article/view/695