Costa, L. ., Andrade, N. ., & Almeida, G. . (2026). A utilização de ferramentas tecnológicas como modo de caracterização do flagrante delito: limites de normas e leis processuais. Intrépido: Iniciação Científica, 5(1), 175–217. Recuperado de https://periodicos.famig.edu.br/index.php/intrepido/article/view/939